Novo recurso21 de outubro de 2026
Ranking: quem decide quanto vale cada colocação agora é a temporada
A pontuação do ranking saiu da edição e foi pra temporada. A edição passa a guardar só o que aconteceu — colocação, quem venceu quem, vitória de zero, penalidades —, e a temporada diz quanto cada coisa vale e como os resultados somam: pontos por colocação, por vitória e por vitória de zero, soma total, só as melhores N edições ou média, e os critérios de desempate, na ordem que a organização escolher. Pra mexer, é GERENCIAR → RANKING na página do movimento: dá pra trocar as regras vendo antes quem sobe e quem desce, reapurar a temporada, dar mais ou menos peso a uma edição (ou tirar ela da conta), lançar ajuste de pontos com motivo — que se revoga, mas nunca some — e encerrar a temporada, congelando a classificação final. Uma regra nova refaz a conta de todas as edições da temporada, da mais antiga pra mais recente, sem rejogar nada. No Rei da Praça, cada duelo ganho agora rende ponto, e há a caça ao topo: vencer de zero alguém do top N dá bônus, e o top N perde pontos se cair de zero sem nenhum de seus pares do outro lado. Ao tocar num MC no ranking, dá pra ver de onde veio cada ponto dele. Atenção: edição sem temporada não pontua mais — a colocação fica registrada, mas com zero ponto; quem organiza por temporada não precisa fazer nada, e quem usava edição solta deve colocá-la numa temporada.
Novo recurso20 de outubro de 2026
Slam: a ordem de declamação pode sair por número, igual ao Sangue
Além do sorteio aleatório de sempre, o Slam ganhou o sorteio por número. Cada poeta recebe um número da rodada, a roda tira o papel e a mesa chama o que saiu: quem tem aquele número entra na próxima posição. Dá pra sortear um poeta, ele declamar e só então sortear o próximo — a rodada pode começar assim que o primeiro saiu. Chamou o número errado? Dá pra devolver ao saco, enquanto o poeta ainda não começou. E se a plateia cansou da roda, um toque sorteia de uma vez a ordem de quem ainda está no saco. Refazer devolve todo mundo ao saco. Enquanto o poeta não saiu do saco, ele não recebe nota nem cronômetro, e o painel ao vivo mostra quem ainda falta sair.
Novo recurso14 de outubro de 2026
Transmitiu no YouTube? A gravação da noite agora mora na página da edição
Quando a edição termina, quem organiza pode colar o link da live do YouTube na gaveta de gestão da edição, no bloco GRAVAÇÃO DA LIVE. Vale o link de qualquer jeito que o YouTube dá — o da live, o encurtado youtu.be, o do vídeo normal ou de um short. A partir daí, a página da edição ganha o bloco ASSISTA A NOITE, com a gravação ali mesmo: quem perdeu a batalha assiste sem sair do app, e tem o atalho ABRIR NO YOUTUBE pra quem prefere ver lá. O player só carrega quando a pessoa toca pra assistir, então a página continua leve pra quem só veio ver a chave e o pódio. Errou o link? É só trocar o vídeo, ou tirar com confirmação. Enquanto a noite não acabou, o bloco não aparece — a página da edição segue sendo o lugar de acompanhar ao vivo.
Melhoria14 de outubro de 2026
Bancada do jurado: nota quebrada em um toque — até 8,75 e 9,05
Na bancada do jurado, a parte depois da vírgula ficou mais fácil. Antes havia uma tecla só de fração, e ela só somava uma vez. Agora o teclado mostra as frações que a escala da noite aceita: com passo 0,5 aparece o ,5; com 0,25 aparecem ,25, ,50 e ,75 junto dos números; e com passo 0,05 surge uma grade própria, DEPOIS DA VÍRGULA, de ,05 a ,95. O jeito de lançar é o mesmo: toque o inteiro e depois a fração. Como a fração troca o que vem depois da vírgula (em vez de somar), dá pra corrigir de 8,25 pra 8,75 quantas vezes precisar, até lançar a próxima nota. No tablet ou no computador com teclado, é só digitar como se escreve: 8 , 7 5 vira 8,75. E quem monta a mesa já consegue escolher o passo 0,05 na configuração do julgamento da edição.
Melhoria14 de outubro de 2026
Inscrições: tudo se resolve na própria edição
A tela separada de inscrições saiu de cena — o que ainda só dava pra fazer lá foi pra gaveta de gestão da edição, no bloco INSCRIÇÕES DESTA EDIÇÃO. Ali ficam as listas de confirmadas e recusadas (fechadas até você abrir), e em cada inscrição dá pra voltar pra pendente, recusar, definir o seed, mandar o e-mail de ativação pra quem foi cadastrado sem senha ou cancelar o convite — esse com confirmação, porque a inscrição some. As pendentes continuam no topo, em PENDÊNCIAS, como já estavam. Quem tinha o link antigo salvo não se perde: o endereço das inscrições de uma edição leva direto pra gestão dela. E um ajuste junto: quem foi recusado como MC agora pode voltar na mesma edição em outro papel — como jurado, por exemplo —, desde que ainda não tenha disputado nenhum confronto ali.
Novo recurso13 de outubro de 2026
Cada confronto ganhou sua página: o registro do duelo, round a round
Quando a edição de Sangue termina, cada confronto da chave vira uma página própria — é só tocar no cartão do duelo na página da edição (no Rei da Praça, no histórico de duelos). Lá está o registro inteiro: quem levou (ou se foi W.O.), e round a round como saiu o resultado — as mãos da plateia, a mesa votando pelo app ou o voto lançado por quem conduziu. Com júri digital, aparecem as notas de cada jurado, a grade com os critérios quando você quiser abrir, o voto contra a própria soma com o motivo, o empate e as notas lançadas depois da batalha. As penalidades aparecem no round em que foram aplicadas, e se a votação dos jurados foi reaberta, recomeçou do zero ou teve cédula anulada, isso fica anotado no round. No fim, um atalho leva pra súmula da noite inteira. Enquanto a noite está rolando a página fica fechada: ela é o registro do que aconteceu, e quem acompanha ao vivo segue na página da edição. Pra quem organiza, a página tem o controle de visibilidade do confronto — ocultar só ele ou ele e os rounds — e um VER COMO O PÚBLICO VÊ. No Slam, as rodadas de cada confronto continuam na tela de sempre, e também passam a abrir só com a edição encerrada.
Novo recurso13 de outubro de 2026
Temporadas: o ranking do movimento agora recomeça quando você quiser
O movimento ganhou temporadas. Quem organiza cria as temporadas da batalha — 2026, 2026/2, Circuito de Verão, o nome que fizer sentido —, diz quais edições pontuam em cada uma e marca qual é a atual. O caminho é GERENCIAR → TEMPORADAS, na página do movimento. A partir daí o ranking é somado por temporada: a página abre na temporada atual e, com um toque, mostra as anteriores ou o Geral, que continua somando todas as edições como sempre foi. Edição nova já nasce na temporada atual, e dá pra trocar ou tirar na hora de criar ou editar. Vale pra edição que já terminou: aplicar a temporada numa noite antiga refaz a conta na hora, e dá pra marcar várias edições de uma vez. O sorteio por histórico e a posição que aparece ao lado de cada MC na Praça e no cockpit passam a olhar a temporada da edição — a primeira noite de uma temporada nova volta a ser sorteio puro. Edição sem temporada segue valendo: ela só entra no Geral. Quem já escrevia a temporada à mão nas edições não perde nada: cada nome virou uma temporada do movimento, com as mesmas edições dentro. Nada muda no ranking de ninguém até a organização marcar uma temporada como atual.
Novo recurso11 de outubro de 2026
Súmula dos jurados: as notas da noite num lugar só — e dá pra lançar depois da batalha
Toda edição de Sangue com mesa de jurados agora tem uma súmula própria: uma página com cada confronto encerrado, round a round, e a cédula de cada jurado — nota por nota, em quem votou e, quando o voto foi contra a própria soma, o motivo. O caminho é o link VER AS NOTAS DOS JURADOS, junto da mesa na página da edição, assim que a noite começa. Quem está logado e enxerga a edição consegue ler; sem conta, não. E a parte nova de verdade: as notas podem ser lançadas depois. Se na noite o júri foi no papel — ou o celular de um jurado ficou sem bateria —, a organização abre o lançamento na própria súmula e escolhe o prazo (3, 7, 15 ou 30 dias). Enquanto estiver aberto, cada jurado passa a limpo as próprias notas, um round atrás do outro, ou a organização lança em nome dele. Quem julgou e não estava na mesa do app pode ser incluído ali mesmo. Se a edição rodou sem júri digital, quem abre o lançamento diz qual folha os jurados usaram na noite. Nota lançada depois é registro, não apuração: aparece marcada como LANÇADA DEPOIS e não muda quem venceu, a chave nem a pontuação. Errou? Dá pra apagar e lançar de novo. E o link antigo da súmula de um round leva pro mesmo lugar.
Melhoria11 de outubro de 2026
O jurado agora pode votar Empate — no ataque e resposta com os rounds emendados
Quando a noite é de ataque e resposta, os dois primeiros rounds acontecem emendados e são decididos de uma vez só (o fluxo com DJ), e é o jurado quem declara o lado, a cédula ganhou um terceiro botão: EMPATE. O voto de empate não soma pra ninguém: leva quem tiver mais votos entre os dois lados e, se der igual, a réplica decide. Se as notas do próprio jurado apontam um lado e mesmo assim ele vota empate, a cédula pede o motivo — a mesma regra de quem vota contra a própria soma. O botão aparece na bancada do jurado (no teclado, tecla P), na cédula que a organização lança por quem está sem celular e no lançamento das notas depois da batalha. Na apuração, os votos de empate vêm contados à parte. Na réplica, no bate e volta e nas noites em que cada round é votado separado o empate não entra: ali o jurado segue escolhendo um lado.
Melhoria11 de outubro de 2026
Edição oculta não passa mais batida: a página avisa antes de o link ir pro grupo
Era fácil abrir as inscrições de uma edição oculta, mandar o link no grupo e só depois descobrir que ninguém de fora conseguia abrir. Agora a página da edição deixa isso à vista pra quem organiza. Na barra de gestão tem um selo sempre visível — PÚBLICA, OCULTA ou FORA DO AR, quando a edição está pública mas o movimento ainda está oculto — e um toque nele leva pro controle. Ao abrir inscrições com a edição oculta, a página pergunta: publicar junto, ou abrir oculta, só pra quem você inscrever pela gestão ou pelo QR. Copiar ou compartilhar o link de uma edição fora do ar avisa na hora que ele só abre pra organização, com o atalho pra resolver. O aviso de edição oculta passou a dizer o que o público está perdendo naquele momento — a inscrição, a chave e o placar ao vivo ou o resultado e o pódio — e ocultar uma edição que já está no ar pede confirmação. A visibilidade também ficou mais simples: os confrontos sempre acompanham a edição, sem caixinha pra marcar. E corrigimos um problema: numa edição pública, rounds criados durante a noite podiam nascer ocultos e ficar de fora do que o público via.
Melhoria11 de outubro de 2026
No Slam, tocar no poeta mostra de onde veio cada nota
Na página da edição de Slam, a tabela das rodadas agora abre. Toque num poeta que já foi pontuado e aparece, apresentação por apresentação, a conta da nota: a nota considerada, o tempo da poesia, o estouro de tempo e o desconto que ele gerou — as rodadas de desempate entram na lista. Quando um empate precisou de critério, a linha diz qual decidiu: a nota da rodada, as notas abertas, a rodada anterior ou a rodada extra. Pra quem organiza, aparecem também as notas de cada jurado e quais caíram no descarte.
Novo recurso10 de outubro de 2026
QR de inscrição: o MC entra na fila e o jurado senta na mesa apontando a câmera — com ou sem conta
Cada edição agora tem dois QRs, e nenhum deles exige que a pessoa já tenha conta no app. O QR da fila é do MC: ele aponta a câmera, cai numa página só daquela noite e entra — quem tem conta entra com ela, quem não tem dá o vulgo e o e-mail e pronto. A senha fica pra depois, pelo QR de ativação que a organização mostra, e a conta já nasce com o histórico daquela noite. Quem entra por ali continua esperando o seu aval: aparece nas pendências e você aceita olhando a roda. O QR do júri é outro, e funciona diferente: quem aponta a câmera senta na mesa na hora, sem passar pelo aval — por isso o endereço dele é secreto e é pra mostrar só pra quem vai julgar. Se vazou, dois toques trocam o QR e o antigo para de valer. Jurado que já tem conta sai dali direto pra bancada. A página avisa quando a fila ainda não abriu, quando já fechou ou quando a edição terminou, e mostra pra quem já está dentro como anda o pedido. Celular emprestado também serve: quem está logado pode inscrever outra pessoa que não tem conta. Os dois QRs ficam onde você já está: n'A Noite de Hoje, em tela cheia pra roda enxergar — o do júri na aba da mesa e em Gerenciar, pra quem chegou depois — e na gestão da página da edição, com botão de copiar o link ou compartilhar: o da fila junto de inscrever MC, enquanto as inscrições estão abertas, e o do júri na mesa de jurados.
Melhoria10 de outubro de 2026
Criar e editar movimento, edição e desafio agora é numa tela só — com o cartaz se montando do lado
Criar movimento, editar movimento, criar edição, editar edição e desafiar outro movimento eram telas diferentes, cada uma de um jeito. Agora é uma moldura só. De um lado fica o cartaz: o que você está criando, se desenhando conforme você responde — o nome, a chave, os rounds de um confronto, quem decide (mesa, júri digital ou plateia) e o pódio no ranking; no Slam, as rodadas. Do outro, as perguntas. O cartaz não é enfeite: tocar num pedaço dele leva pro trecho que ajusta aquilo. Criar edição são sempre dois passos. Primeiro, de onde parte: igual à última, uma modalidade salva do movimento ou da sua conta, um modelo pronto do app ou montar do zero. Depois, a noite e as regras, em blocos que dizem numa linha o que está valendo e só abrem se você quiser mexer — e o que você ajustou em relação ao ponto de partida fica marcado. Montou algo que quer repetir? Dá pra salvar como modalidade ali mesmo. Editar não tem passo: mostra tudo de uma vez, o cartaz lista o antes e o depois de cada coisa que mudou e o botão diz quantas alterações vai salvar. Criar movimento também são dois passos — nome e tipo, depois onde e a história — e, criado, a tela não fecha: dali você já cria a primeira edição. O que só se decide com os inscritos na frente (completar a chave, repescagem, formar os times) continua na montagem da noite, e a tela avisa. No celular o cartaz vira uma faixa no topo, com um botão pra ver ele inteiro. E fechar com coisa preenchida pede dois toques, pra ninguém perder o que digitou.
Visual10 de outubro de 2026
Sua foto de perfil agora aparece em todo lugar onde seu nome aparece
Até aqui a foto do perfil só aparecia em algumas telas; no resto, você era um círculo com as iniciais. Agora ela acompanha o seu nome pelo app: na fila e na condução da noite, nos confrontos, na página da edição e na do movimento, no ranking, nas inscrições, no Slam, na bancada do jurado e nos painéis. Em dupla, trio ou quarteto, o time deixou de ser um avatar só: aparece o rosto de cada integrante, um do lado do outro. Quem não subiu foto continua com as iniciais. E corrigimos um problema: ao entrar de novo ou em outro aparelho, a sua foto podia sumir do topo do app — agora ela vem junto com a conta.
Melhoria9 de outubro de 2026
O jurado ganhou bancada: uma tela só pra noite inteira, com a cédula aberta assim que o confronto é chamado
Quem julga o Sangue pelo app agora tem lugar fixo: a bancada. Em vez de abrir uma cédula a cada round, o jurado entra uma vez e fica — quando a organização chama o próximo confronto, a cédula dele abre sozinha, antes da primeira rima, com os rounds do confronto à vista. Dá pra anotar desde o começo; a votação aberta só libera a entrega. A cédula se monta pelo jeito que a noite foi configurada: ataque e resposta ou as voltas do bate e volta, uma cédula por round ou uma só pro confronto inteiro quando os rounds são emendados, e a réplica quando empata. Em dupla, trio ou quarteto, você marca quem rimou cada entrada; quando o round é um duelo dentro do time, a entrada espera a organização dizer quem duela. No celular as entradas viram um carrossel, uma por vez, com o teclado de notas perto do polegar — um toque dá a nota e, se a escala tem meio ponto, outro toque soma — e, quando é uma nota só por entrada, vem tudo numa lista. No tablet e no computador a súmula do confronto aparece inteira, dá pra dar nota pelo teclado e tem um botão pra recolher as notas de quem está sentado do lado. Quando o round é por tempo, a bancada mostra o relógio da organização e de quem é a vez; se você foi conferir outra entrada, um botão te leva de volta pro palco. Na hora de entregar, a tela aponta o que falta — nota em branco, quem rimou, o lado que você declara e o motivo quando vai contra a própria soma — e a entrega pede dois toques, porque depois só a organização reabre. Dali você acompanha quantos da mesa já entregaram, sem ver o lado de ninguém, e o resultado quando ele é revelado. Se a sua cédula for anulada ou a votação recomeçar, o aviso aparece na hora, com o caminho pra reentregar. As anotações ficam guardadas no aparelho até a entrega — a conexão cair não apaga nada, mas trocar de aparelho no meio não leva as notas junto. As regras da noite ficam a um toque. O caminho é o botão IR PRA BANCADA, na mesa do jurado assim que a edição começa ou no aviso da página da edição; o link antigo da cédula por round leva pro mesmo lugar.
Melhoria9 de outubro de 2026
A Noite de Hoje: júri digital e disputa de 3º lugar se decidem na porta
Na hora de escolher como vai ser a noite, entraram duas perguntas a mais. Quem decide o round: você lança o resultado na condução, como sempre, ou liga o júri digital e diz de quantos jurados é a mesa (3, 5 ou 7). E o terceiro lugar: com disputa entre quem perdeu na semifinal, ou eliminatória simples. As duas já vêm marcadas com o que a última noite (ou a modalidade salva) tinha — se você não tocar, nada muda; se tocar, o resumo antes de começar mostra o que ficou diferente hoje. Vale pras noites de Sangue em chave; Slam e Rei da Praça seguem como estavam.
Novo recurso8 de outubro de 2026
Júri digital no Sangue: o jurado vota pelo celular e a súmula fica guardada
Edição de Sangue agora pode ter mesa de jurados dentro do app. Ao criar ou editar a edição, o organizador liga o júri digital e escolhe como a mesa julga — partindo de um formato pronto (Duelo de MCs, com quatro critérios, ou uma nota por rima) ou ajustando do seu jeito: os critérios e a escala das notas, se o round é de quem o jurado declarar ou de quem somar mais, se os votos aparecem na hora ou todos juntos, e se o público vota antes, junto, depois ou não vota. A mesa se monta pela página da edição ou na própria noite: você busca quem já tem conta ou convida na hora, com vulgo e e-mail — o jurado aponta a câmera pro QR, cria a senha e já vota. Pra quem julga, a página da edição avisa que ele está na mesa e leva direto pra cédula do round que está rolando, e a tela inicial mostra quando tem voto esperando. Dá pra ir anotando as notas durante as rimas; o envio libera quando a organização abre a votação. Em dupla, trio ou quarteto, a folha pede quem rimou cada entrada. Pra quem conduz, o painel de julgamento mostra quantas cédulas já chegaram sem entregar o lado de ninguém, revela todas juntas e sugere quem levou — a palavra final continua com a organização, que pode divergir escrevendo o motivo. Quando o público vota, a contagem de mãos feita pela organização entra como um voto, somado aos dos jurados. Jurado sem celular não fica de fora: a organização lança a cédula por ele. Nota que entrou errada tem conserto: dá pra anular a cédula com motivo e pedir o reenvio, ou recomeçar a votação do round. Mesa incompleta avisa, mas não trava a noite — jurado pode chegar depois. E quando o round fecha, a súmula fica guardada na página do round: a cédula de cada jurado, nota por nota, pra conferir depois.
Melhoria8 de outubro de 2026
O Modo Praça virou A Noite de Hoje: da fila à chave sem sair da tela
O jeito de montar a batalha na hora — o antigo Modo Praça — foi refeito e agora se chama A Noite de Hoje. Começa por uma porta que responde "o que a gente faz hoje?" pelo histórico, não por um formulário: retomar a noite que já está em andamento, repetir a última num toque ou escolher como vai ser a primeira — como se rima (ataque e resposta ou bate e volta), quem enfrenta quem (individual, dupla, trio, quarteto ou time maior), Rei da Praça ou uma modalidade salva do movimento. Quem ainda não tem movimento cria ali mesmo, e dá pra propor e conduzir a noite de um movimento que não é seu. Depois vem a fila: o campo de busca fica no rodapé, perto do polegar, e sem digitar nada aparecem os de sempre — quem veio nas últimas noites —, pra marcar vários e inscrever todos de uma vez. Cada um ganha um número por ordem de chegada. Quem se inscreveu pelo celular (tem QR da fila pra mostrar) espera o seu aval antes de contar; quem desistiu sai com um toque, e dá pra desfazer. MC novo entra com vulgo e e-mail e ativa a conta depois. Em dupla, trio ou quarteto, quem chegou junto fecha o time ali na fila e nenhum sorteio separa. A mesa de jurados se monta na mesma tela. Antes de fechar, a conferência diz o que aquele número faz com a chave: se fecha certinho, quantos passam direto ou se tem uma fase a mais. Fechada a fila, o preparativo pergunta só o que muda a noite — quem perde sai, tem última chance ou só sai na segunda derrota; confrontos sorteados, por número ou por convocação; a chave inteira à vista ou cada confronto revelado quando começa — e mostra quantos confrontos a noite vai ter. Se sobrou gente pra fechar time, a vaga se disputa na roda antes da chave. A chave sai sorteada já com os nomes, com alguns segundos pra sortear de novo, e dali é um passo pro palco. No Slam, a ordem de chegada vira a ordem da primeira rodada. Sanção, trocar o nome da noite, refazer a chave e cancelar ficam à parte, em Gerenciar. E a tela avisa quando a conexão cai e mostra quem mais da organização está com a mesma noite aberta.
Melhoria7 de outubro de 2026
Conduzir a noite ficou mais direto: uma tela só, o botão diz o que vai fechar e round errado tem conserto
A tela que o organizador segura na mão durante a batalha foi refeita, pensando em quem está de pé na praça, com o celular numa mão e o microfone na outra. A noite inteira agora acontece numa moldura só — confronto, sorteio da próxima fase, repescagem, convocação ao vivo, Rei da Praça e campeão —, sempre com a fase e o número do confronto à vista ("quartas · 5 de 15") e a chave a um toque, dividida por fase, sem precisar virar o aparelho. A decisão desceu pra onde o polegar alcança: você escolhe quem levou e o botão avisa o que aquele toque fecha — só o round, ou o confronto inteiro, com quem avança. Fechar o confronto pede um segundo toque; fechar um round errado dá pra desfazer nos segundos seguintes. W.O. passou a valer também no meio do confronto, pra quando alguém desiste. Penalidade agora pede motivo e pode ser revogada, e suspender ou banir do movimento pede confirmação. A contagem de mãos da plateia fica ao lado da decisão, e um botão vira o relógio pra roda. O aviso de conexão só aparece quando a rede cai ou fica instável, e a tela mostra quando outra pessoa da organização está com a mesma noite aberta. O Slam veio pra mesma tela, com a mesma gaveta de gerenciar. No computador, espaço controla o tempo e enter confirma.
Melhoria7 de outubro de 2026
O perfil virou a ficha de quem faz a cena: cartel, rankings e a caminhada edição por edição
A página de perfil foi refeita — a sua e a de qualquer pessoa. No topo, quem é, de onde é, as redes e o que faz na cena: batalha, julga, organiza. Se a pessoa está no palco agora, na mesa de jurados ou na noite de hoje, uma faixa avisa e leva direto pra edição. Pra quem batalha, vêm o cartel (vitórias, derrotas, títulos, pódios e aproveitamento), a posição no ranking de cada movimento e a caminhada: edição por edição, até onde chegou, com filtro por Sangue ou Slam e por movimento. Abrindo o perfil de outro MC que você já enfrentou, aparece o frente a frente entre vocês dois. Quem julga tem o bloco das mesas em que sentou; quem organiza, os movimentos que fundou ou co-organiza. Também aparecem os movimentos que a pessoa segue, e dá pra compartilhar o link do perfil. No seu, uma gaveta à parte cuida do resto: trocar a foto, editar bio e redes vendo como a cena vai te ver, ligar ou desligar o papel de jurado e mexer em e-mail e senha. MC que batalhou e ainda não tem conta no app também ganhou página, com o que já fez nas edições registradas.
Melhoria6 de outubro de 2026
A página da edição agora muda de forma: convite antes, placar durante, registro depois
A página de uma edição — o link que vai no grupo — foi refeita, e passou a ser uma só pra Sangue e pra Slam. Antes da noite ela é o convite: quando, onde, como funciona (as regras da edição escritas em texto corrido), quem já está dentro e o botão pra se inscrever. Durante, vira o placar: quem está no palco agora, quem vem a seguir e a chave andando. Depois, o registro: quem levou, a classificação, a chave completa e a foto. Quem está na disputa vê o próprio caminho na chave (ou as próprias notas, no Slam), um aviso quando é a sua vez e, no fim, em que lugar ficou e quantos pontos fez. Pra quem organiza, a gestão saiu do meio do conteúdo: uma barra mostra o próximo passo da noite e o resto fica numa gaveta à parte — você vê primeiro a mesma página que o público vê. Com isso, o seletor de papel que existia nessa tela deixou de ser necessário e saiu.
Melhoria6 de outubro de 2026
Cada movimento ganhou uma casa: o agora, o ranking e a história num endereço só
A página de uma batalha foi refeita em três tempos. Primeiro o agora: se está ao vivo, se tem inscrição aberta e quando é a próxima edição — com o botão de assistir ou de se inscrever ali mesmo. Depois a disputa: o ranking do movimento e, pra quem já batalhou ali, uma faixa mostrando onde você está nele, quantas edições disputou e quantos títulos tem. Por fim a memória: as edições que já rolaram com quem levou cada uma, e a história do movimento — galeria de campeões, maior campeão e quem mais apareceu —, que antes ficava numa página separada. Dá pra seguir o movimento direto do topo. Quem organiza vê a mesma página que o público, com a gestão (editar, organizadores, modalidades, visibilidade, importar histórico) numa gaveta à parte, e ganhou um botão pra conferir como a página aparece pra quem é de fora.
Melhoria6 de outubro de 2026
Buscar ficou mais esperto: explora a cena de um lado, acha pelo nome do outro
A aba Buscar agora tem dois modos. Sem digitar nada, ela mostra a cena em prateleiras: o que está ao vivo agora, as suas batalhas, as que você segue, as que estão perto de você e as que estão com inscrições abertas. Começou a digitar ou escolheu um filtro, as prateleiras saem da frente e vem uma lista única de resultados. A busca passou a ignorar acento ("praca" acha "Praça"), dá pra filtrar por estado e por cidade, por Sangue ou Slam, e ordenar por mais perto, próxima edição ou nome. Cada batalha mostra o que interessa pra quem está procurando: se está ao vivo, quando é a próxima edição e se dá pra se inscrever. E a busca fica guardada no endereço da página — abrir uma batalha e voltar não zera mais o que você tinha procurado. De quebra, corrigimos um problema antigo: com muitas batalhas cadastradas, algumas podiam simplesmente não aparecer na busca.
Novo recurso6 de outubro de 2026
MC e jurado ganharam painel próprio — e quem tem mais de um papel escolhe qual quer ver
A tela inicial agora muda de acordo com o seu papel. O painel do MC começa pela sua próxima batalha, com contagem regressiva, e segue com seus números, sua forma nas últimas edições, sua posição no ranking de cada movimento e as inscrições abertas — primeiro as dos movimentos que você segue, depois as mais perto de você. Quem nunca batalhou não vê um monte de zero: vê o convite pra primeira inscrição. A mesa do jurado mostra as próximas mesas em que você julga, seus números e o histórico das edições que já julgou. Quem é MC e jurado ao mesmo tempo (ou também organiza) ganhou um seletor no topo pra trocar de painel, e o app lembra da última escolha. E em qualquer painel, uma faixa no topo avisa quando é a sua vez: "você está no palco" ou quantas batalhas faltam antes da sua.
Novo recurso5 de outubro de 2026
Organizador: sua tela inicial virou o painel do movimento
Até aqui, sem edição rolando, a tela inicial do organizador ficava quase vazia — e com edição rolando, repetia o que o cockpit já mostrava. Agora ela cuida do que acontece entre uma noite e outra. No topo, uma caixa única com tudo que está esperando por você, somando todas as suas batalhas: inscrições aguardando aprovação, pedidos de co-organização, desafios recebidos, edições propostas e a foto oficial que faltou subir — inscrição e pedido de co-organização dá pra resolver ali mesmo. Depois vem a próxima edição (quando é, quanto falta, quantos MCs já confirmaram e se o público já enxerga), os números do movimento, o ranking com quem subiu e quem caiu desde a última edição e o resumo da última noite, com pódio e foto. Quem organiza mais de um movimento troca entre eles num seletor. Funciona no computador e no celular; a condução da noite continua no cockpit e no Modo Praça.
Visual5 de outubro de 2026
A página inicial foi redesenhada: agora ela mostra uma noite de batalha do começo ao fim
A página de apresentação do BDR APP ganhou cara nova. Em vez de uma lista de recursos, ela percorre uma noite inteira em sete momentos — criar a edição, configurar, inscrever, montar a disputa, conduzir, julgar e guardar o resultado — com telas de exemplo que você pode mexer, e um seletor pra ver o mesmo caminho numa batalha de Sangue ou num Slam. A seção de batalhas reais também mudou: agora junta numa lista só o que está acontecendo agora, o que está prestes a começar e o que está com inscrições abertas. As animações de entrada conforme você rola a tela continuam lá.
Melhoria4 de outubro de 2026
Chave montada ao vivo agora entende quem passa direto e a vaga da repescagem
Quando o organizador montava a chave de Sangue ao vivo — chamando os MCs um a um, por número ou em cadeia — numa edição com número quebrado de MCs ou com repescagem de "última chance", o app chamava dois MCs pra toda partida da 1ª fase, inclusive a que devia ficar guardada pro repescado, e esquecia de quem tinha direito a passar direto. A chave podia travar na 2ª fase, com uma partida esperando um adversário que nunca chegava. Agora a convocação chama cada vaga do jeito certo: primeiro quem passa direto, depois quem vai esperar o vencedor da repescagem, e só então os confrontos. A tela mostra qual lado fica em aberto e pede confirmação antes de fechar uma vaga dessas — pra um número digitado errado não mandar o MC errado direto pra próxima fase.
Melhoria3 de outubro de 2026
Repescagem em dupla, trio e quarteto: agora o time volta inteiro
Em edições de Sangue por equipe, a repescagem de "última chance" tratava cada MC como se estivesse sozinho: a sugestão de repescados mostrava só um integrante por time, a disputa da repescagem nascia 1 contra 1 e quem voltava pra chave voltava sem o parceiro, encarando um time completo. Agora a repescagem enxerga a equipe como unidade — o organizador escolhe o time, a disputa acontece com todo mundo e o time volta inteiro pra vaga reservada. Em edições individuais, nada muda.